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A defensora pública geral, Simone Santiago, prestigiou, nesta segunda-feira, 13, o talk show “Os avanços e desafios da Rede de Proteção à Mulher em 15 anos da Lei Maria da Penha”, promovido pelo Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), por meio da Escola do Poder Judiciário (Esjud). 

 

O evento virtual foi mediado pela desembargadora Eva Evangelista, coordenadora Estadual das Mulheres em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Comsiv), órgão responsável pela condução, planejamento e execução da iniciativa.

 

O encontro que acontece nos dias 13 e 14 de setembro visa dialogar, refletir e contribuir para prevenção, enfrentamento e combate à violência doméstica e familiar contra a mulher. 

 

“Precisamos aperfeiçoar cada vez mais as nossas redes de proteção à essas mulheres que vivem o seu dia a dia submetidas a todo e qualquer tipo de violência dentro de seus lares, seja física, psicológica ou moral, elas carecem da nossa atenção, precisam do nosso auxílio”, pontuou a presidente do TJAC, desembargadora Waldirene Cordeiro.

Defensora-geral, Simone Santiago prestigia talk show sobre violência doméstica promovido pelo TJAC. Foto: Felícia Lanay/Ascom DPE

Em sua participação, a defensora-geral destacou o compromisso da DPE/AC com a temática, a criação e atuação do Subnúcleo de Direitos Humanos 1 (SDH1), que promove acessibilidade aos serviços oferecidos pela rede de apoio à mulher, através do acolhimento e encaminhamento referente a denúncias e orientações das vítimas de violência.

 

Além de ações individuais e coletivas, campanhas voltadas para a educação em direitos e falou também sobre os projetos de qualificação profissional para mulheres que estão em fase de desenvolvimento.

 

Participaram do primeiro dia do evento, a diretora da Esjud, desembargadora Regina Ferrari, a presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), juíza de Direito Renata Gil, a procuradora de Justiça do MPAC, Patrícia Rêgo, a secretária Estadual de Saúde, Paula Mariano, a vice-presidente da OAB – Acre, Marina Belandi, entre outras representantes da rede de proteção à mulher, magistrados e servidores do Poder Judiciário, acadêmicos do curso de Direito e comunidade em geral.